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Confira as dez piores e as dez melhores faculdades de Goiás de acordo com o IGC

O Índice Geral de Cursos (IGC), do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), elencou as dez melhores e as dez piores faculdades de Goiás.

Entre as melhores, quem lidera é a Faculdade Unida de Campinas (FacUnicamps). A Universidade Federal de Goiás (UFG) surge em terceiro lugar, perdendo, também, para a Faculdade Noroeste (FAN). O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano (IF Goiano) ocupa a quarta posição.

Seguindo o ranking, em quinto lugar está a Faculdade Brasil Central (FCB), seguida pelo Instituto Aphonsiano de Ensino Superior (IAESUP), Faculdade de Ciências e Educação Sena Aires (Facesa), Faculdade Evangélica de Jaraguá (Feja), Centro Universitário de Anápolis (UniEvangélica) e a Faculdade Araguaia (Fara), que fecha a lista das dez melhores.

Piores
Já entre as piores está a Faculdade Central de Cristalina (Facec), Faculdade Pitágoras de Goiânia, a Faculdade Brasileira de Educação e Cultura (Fabec Brasil), Faculdade anhanguera de Anápolis, Faculdade Planalto Central (Faplac), Faculdade de Caldas Novas (UniCaldas), Faculdade Jataiense (Faja), Escola Superior Associada de Goiânia (Esup), Instituto de Ciências Sociais e Humanas (ICSH) e a Faculdade Aliança de Itaberaí.

A Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-Goiás) ocupa a 27ª colocação entre o total de 77 faculdades avaliadas pelo IGC. O índice do Inep é um indicador de qualidade que avalia as Instituições de Educação Superior.

Metodologia
Seu cálculo é realizado anualmente e leva em conta a média dos Conceitos Preliminares de Curso (CPCs) do último triênio, relativos aos cursos avaliados da instituição, ponderada pelo número de matrículas em cada um dos cursos computados.

Além disso, também é considerada a média dos conceitos de avaliação dos programas de pós-graduação stricto sensu atribuídos pela CAPES na última avaliação trienal disponível, convertida para escala compatível e ponderada pelo número de matrículas em cada um dos programas de pós-graduação correspondentes.

Por fim, o IGC leva em consideração a distribuição dos estudantes entre os diferentes níveis de ensino, graduação ou pós-graduação stricto sensu, exceto para as instituições que não oferecerem pós-graduação stricto sensu. Como se considera o CPC dos cursos avaliados no ano do cálculo e nos dois anos anteriores, sua divulgação refere-se sempre a um triênio, compreendendo todas as áreas avaliadas previstas no Ciclo Avaliativo do Enade.
FONTE: Jornal Opção

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