Morrinhos já foi referência nacional como a “Cidade dos Pomares”. Esse título, que carregamos com orgulho no passado, hoje corre o risco de ficar apenas nos livros de história. Para mudar essa realidade, propomos ao poder público uma iniciativa que une sustentabilidade, lazer e custo quase zero: a criação de um espaço dedicado às nossas raízes frutíferas.
Comunidade e Prefeitura: Uma parceria de custo zero
A viabilidade do Parque Municipal dos Pomares reside na união. A sugestão é que o Poder Executivo destine uma área estratégica — como o terreno ao lado do nosso Parque Ecológico — e a implantação seja feita via doações. Viveiros da região e os próprios moradores poderiam doar mudas de jabuticaba, manga, caju e outras espécies que marcaram os antigos quintais da nossa gente.
Um modelo que já brilha em outras cidades
Não estamos falando de um sonho impossível. Cidades como Maringá (PR), com seus pomares urbanos, e Anápolis (GO), que investe em áreas verdes produtivas, mostram que parques desse tipo se tornam pontos turísticos e educativos. Em Morrinhos, além de ser um novo local de descanso, o parque serviria como uma “escola viva” para nossos alunos aprenderem sobre o meio ambiente na prática.
Por que ao lado do Parque Ecológico?
A localização não é por acaso. Ao aproveitar a área adjacente ao Parque Ecológico, a prefeitura economiza com vigilância e manutenção, integrando os dois espaços em um grande pulmão verde no coração da cidade. É a oportunidade perfeita de devolver ao morrinhense o prazer de colher uma fruta no pé e de manter viva a chama da “Cidade dos Pomares”.
Por: Leonardo Moreira
