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EM MORRINHOS POLÍCIA CIVIL SOLUCIONA FEMINICÍDIO QUE HAVIA TIDO A CENA DO CRIME ALTERADA

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A Polícia Civil de Goiás, através da Delegacia de Morrinhos, na data de hoje (17/02/2021), efetuou o cumprimento de mandado de prisão temporária em desfavor de indivíduo investigado pela prática crime de feminicídio, anteriormente ocorrido na cidade de Morrrinhos/GO.
Verifica-se que, na data de 10/02/2021, uma mulher de 47 anos de idade foi encontrada morta em sua residência, sendo que os fatos inicialmente levavam a crer que a vítima havia cometido suicídio, mediante a ingestão de veneno.

Apesar disso, a Polícia Civil iniciou os trabalhos investigativos, tendo efetuado a oitiva de várias testemunhas dos fatos, as quais relataram o relacionamento amoroso conturbado que a vítima possuía com o investigado.

Além disso, durante as investigações, foi possível delinear através de várias circunstâncias que a vítima não havia cometido suicídio, mas em verdade teria sido vítima de homicídio e que a cena do crime teria sido adulterada para dificultar os trabalhos da Polícia Civil.
Diante dos fatos acima descritos, além de carreadas provas de autoria e materialidade do crime de feminicídio cometido pelo namorado da vítima, a Polícia Civil ainda durante o último final de semana, efetuou a representação pela prisão temporária do investigado, a qual foi devidamente decretada diante da presença dos pressupostos e fundamentos para a segregação cautelar do representado.

Já com a medida cautelar decretada, na data de hoje (17/02/2021), policiais civis da unidade de Morrinhos/GO, conseguiram efetuar a prisão do investigado, o qual, durante oitiva em sede policial, confessou que matou a vítima mediante enforcamento e, após a ocorrência do delito, efetuou a alteração da cena do crime para que parecesse que sua namorada havia cometido suicídio.

Sendo assim, o indivíduo foi indiciado pela prática dos crimes de feminicídio e fraude processual, Art. 121, § 2º, inciso VI, § 2º-A, inciso I, e Art. 347, ambos do Código Penal, cuja penas podem ultrapassar 30 anos de reclusão.

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