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O Governo de Goiás, por meio da Secretaria da Economia, recuperou R$ 1 bilhão em impostos atrasados no ano de 2022, mesmo sem campanha de anistia fiscal, ou seja, sem o tradicional refinanciamento de dívidas e renúncia fiscal.

O balanço da Superintendência de Recuperação de Créditos (SRC) da pasta faz frente aos anos de 2020, quando foram recuperados R$ 862,2 milhões, e 2019, com arrecadação de R$ 779,5 milhões.

Os créditos são relativos a dívidas de contribuintes de IPVA, ITCD e ICMS, além de penas pecuniárias. O valor recuperado no ano passado é superior em 16% ao valor de 2020, já descontados os efeitos da inflação. Em comparação à média de 2019 e 2020, anos em que não houve anistia, o crescimento real foi de 22%.

“Frente ao complexo período de pandemia que passamos, é um resultado muito positivo. Mostra o comprometimento do contribuinte goiano e o empenho da equipe para prestar o melhor atendimento, além de inserção de tecnologias facilitadoras”, frisou o superintendente da SRC, Mário Bacelar.

Entre as estratégias adotadas para a recuperação do montante devido, estão a cobrança via call center e o protesto dos débitos inscritos em dívida ativa.

RECORDE HISTÓRICO DE ARRECADAÇÃO EM 2022
Responsável pelo balanço, o gerente de Processos e Cobranças da SRC, Reginaldo Gonçalves, explica que o ano de 2021 não entra na comparação por ter sido realizada a anistia fiscal naquele período, com o programa Facilita. De acordo com ele, o valor recuperado em 2022 é um recorde histórico de arrecadação.

“Pela primeira vez, a recuperação de crédito tributário superou a cifra de um bilhão de reais, em se tratando de recuperação sem anistia”, frisou. Ele explicou ainda que mais de 90% desse valor, R$ 906 milhões, foram recuperados na esfera administrativa, sem necessidade de acionamento da Justiça.

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