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Crédito 37% maior que 2019: Governo de Goiás já liberou R$ 41,6 milhões em empréstimos

O Governo de Goiás, por meio da GoiásFomento, liberou este ano, de janeiro até o dia 10 de julho, o total de R$ 41,6 milhões em empréstimos para microempreendedores individuais (MEIs), micro e pequenas empresas. Esse montante é 37,19% maior do que o liberado durante todo o ano anterior de 2019, que somou R$ 30,321 milhões.

Estes números são resultado dos esforços da Agência de Fomento para desempenhar importante papel no apoio aos micro e pequenos negócios goianos, especialmente durante este momento de crise econômica provocada pela pandemia da Covid-19.

Presidente da GoiásFomento, Rivael Aguiar frisou que esta é a missão da instituição financeira: atuar com excelência na concessão de crédito, fomentando a geração de emprego e renda. “Nesse momento de incerteza econômica, seu papel social é ainda mais importante para a economia goiana”, destacou.

Ações
Nos últimos meses, entre outras ações, a GoiásFomento buscou mais recursos financeiros, entre eles mais R$ 20 milhões da Caixa Econômica Federal destinados ao Microcrédito Orientado; criou novas linhas de financiamento para atender novos segmentos produtivos; passou a operar com linhas de crédito do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), desburocratizou e eliminou exigências. E ainda firmou convênio com o Sebrae Goiás para oferecer o Fundo de Aval para tomadores de empréstimo que não têm avalistas.

No início deste mês, a Agência de Fomento renovou o cadastro junto ao Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO) do Ministério da Economia. Dessa maneira, continua apta a operar como agente repassador de recursos federais, visando o desenvolvimento das micro e pequenas empresas goianas, com foco na geração e manutenção de emprego e renda. Assim, sua atuação se apresenta como fundamental para que a recuperação econômica de Goiás avance e aconteça o mais rápido possível, agora e após a superação da pandemia.

Números
Este ano, de 1º de janeiro a 10 de julho último, além da liberação de R$ 41,6 milhões, estão em análise na GoiásFomento pedidos de financiamento que somam R$ 30,1 milhões, sendo que o total solicitado atinge R$ 71,7 milhões. O índice de aprovação da demanda por crédito neste ano é de 57,9%.

Antes da pandemia, até março último, havia sido liberado montante de R$ 8,6 milhões. Com a pandemia, o total liberado subiu para R$ 32,96 milhões, com 719 contratos efetuados, o que demonstra o esforço em garantir empréstimo aos empreendedores goianos.

Parceira
A empresa de comunicação de Lucas Silva teve acesso à linha de crédito da GoiásFomento neste momento de pandemia. Com os recursos do financiamento, o microempreendedor adquiriu um novo computador, acertou contas operacionais e reservou parte do dinheiro para capital de giro. “A eliminação de processos burocráticos, a taxa de juros atrativa e a presteza dos funcionários no atendimento foram decisivos para que escolhêssemos a GoiásFomento como parceira nessa busca de crédito”, afirmou.

Lucas destacou que foi fundamental contar com a atenção imediata da Agência para que fosse possível adequar os serviços de sua empresa ao momento atual, já que a pandemia desafiou seu negócio a pensar soluções criativas e inovadoras. “Temos certeza de que nossa retomada será muito mais fácil, justamente por causa do capital de giro que estabelecemos nesta operação de crédito”, avaliou. E acrescentou: “Somos gratos à agência e ao Governo de Goiás por olhar com atenção para os pequenos negócios”, acrescentou.

20 anos de operação
Agora em julho, a Agência de Fomento comemora 20 anos de operação. Ela foi criada pela Lei Estadual nº 13.533, de 15 de outubro de 1999, sob a forma de sociedade anônima de economia mista e de capital fechado. É uma instituição financeira do Estado de Goiás, que é seu acionista controlador. Mas foi constituída, de fato, no dia 8 de maio de 2000, quando iniciou as atividades efetivamente.

Ao longo de duas décadas, a GoiásFomento efetuou 26.561 operações de crédito no valor total de R$ 1,05 bilhão. Os desembolsos atingiram R$ 611 milhões e foram atendidos com a oferta de crédito 3.434 clientes. Neste período, na carteira da Agência, o comércio é responsável por 43% do total, vindo em seguida serviços (29%), indústria (23%) e agronegócio (6%).

Em relação ao porte dos clientes, a maioria, equivalente a 61% do total, são microempresas; 32% de pequeno porte e 5% são microempreendedores individuais (MEIs) ou autônomos. Atualmente a instituição opera com recursos próprios, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), FCO, Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e Fundo Geral de Turismo (Fungetur).

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