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Analisando o cenário político em Morrinhos visando a eleição de deputado estadual para o próximo ano e o desejo da população de ter um representante na ALEGO, o vereador Wesley Santos-PP afirmou que por estar acostumado a acompanhar desde muito cedo, ano de 1994, todo o processo eleitoral da cidade, passou a entender o clamor do povo em toda sua amplitude. Lembrou que em 94 Morrinhos teve três representantes o pai Aluzair Rosa, Helenês Cândido e o saudoso cantor Falcão, demonstrando que o município sempre vai ter mais de um candidato ao cargo de deputado estadual, situação extremamente natural, até porque tem quem gosta de A, outros de B e C e até os que não votam em ninguém, acrescentou.

Wesley Santos disse que a população de Morrinhos gosta de votar e participar ativamente de uma eleição, sendo assim torce para haja a apresentação de bons nomes no próximo pleito, incluindo talvez aí o próprio nome. Perguntado se uma quantidade excessiva de candidatos não iria comprometer a chances de eleger alguém da cidade, o vereador voltou a citar 1994 dizendo que o seu pai, Aluzair Rosa foi eleito deputado estadual com 15.382 votos, sendo 7.264 deles obtidos fora de Morrinhos. Helenês Cândido, eleito com mais de 11 mil votos, alcançando fora 6.100 votos e 4.952 em Morrinhos, indicando que a receita para vencer foi dada a 27 anos atrás. Citou ainda Rogério Troncoso que em 1988 obteve em Morrinhos 9.333 votos e 11.016 fora sendo eleito com certa tranquilidade.

O que na realidade o vereador Wesley Santos mostrou e defende é que nenhum nome pode ficar somente na dependência dos votos de Morrinhos para alcançar uma eleição de deputado estadual. Ressaltou que, não são somente os votos da cidade que elegem um candidato, se faz necessário que, a exemplo de candidatos de outros municípios e região, trabalhem fora para a complementação dos votos que precisam para sair vitorioso. Salientou também que não se ganha uma eleição do dia para noite é necessário ter um legado, uma história, uma vida de dedicação e muito trabalho. Sobre o projeto político para 2022 o parlamentar afirmou que não descarta a possibilidade colocar o nome na disputa, desde que o povo demonstre e apoie a iniciativa.

Por Onofre Garcia, Jornalista forma pela UFG DRT-4.545/81 filiado a FENAJ

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